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	<title>Vale Ciência</title>
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	<description>Tecnologia e Inovação</description>
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		<title>O ValeCiência vai mudar. Aguardem!</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 00:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir do próximo mês de novembro o ValeCiência passará a ser um site de abrangência nacional, e terá a palavra &#8220;Brasil&#8221; acrescentado à logomarca. Criado em maio de 2011 com apoio do Parque Tecnológico São José dos Campos (SP), o objetivo inicial do site era publicar notícias sobre ciência, tecnologia e inovação com ênfase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000080;">A partir do próximo mês de novembro o ValeCiência passará a ser um site de abrangência nacional, e terá a palavra &#8220;Brasil&#8221; acrescentado à logomarca. Criado em maio de 2011 com apoio do Parque Tecnológico São José dos Campos (SP), o objetivo inicial do site era publicar notícias sobre ciência, tecnologia e inovação com ênfase na cidade de origem. No entanto, após alguns meses de maturação (e o conselho de amigos e entendidos no assunto), decidimos dar um salto maior e abranger todo o Brasil. Com esta decisão, aproveitamos o momento para mudar o projeto gráfico do site, que passará a ser mais leve e moderno. Até novembro então! Se quiser falar conosco, escreva para contato@valeciencia.com.br.</span></strong></p>
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		<title>Empresas de base tecnológica enfrentam mais dificuldade no mercado</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2012 14:58:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[Qualquer empreendedor brasileiro enfrenta a burocracia e condições adversas para iniciar um negócio. Para as pequenas empresas de base tecnológica, as dificuldades são ainda maiores. A análise foi feita pelo diretor do Instituto Tecnológico Vale (ITV), Luiz Eugênio Mello, na sexta-feira (31), durante o Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, realizado na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Qualquer empreendedor brasileiro enfrenta a burocracia e condições adversas para iniciar um negócio. Para as pequenas empresas de base tecnológica, as dificuldades são ainda maiores. A análise foi feita pelo diretor do Instituto Tecnológico Vale (ITV), Luiz Eugênio Mello, na sexta-feira (31), durante o Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013, realizado na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>Mello afirmou que o empreendedor brasileiro encontra condições extremamente hostis. Para abrir uma empresa no país, por exemplo, gastam-se em média 119 dias, contra 38 na China, 30 na Rússia, 29 na Índia, 15 na Alemanha e seis no Canadá. Já o fechamento de uma empresa no Brasil demora, em média, dez anos.</p>
<p>“Nada disso impede que o brasileiro tenha um perfil fortemente empreendedor. Só que o empreendedorismo que temos aqui não está associado com a dimensão que o país precisa. É voltado principalmente para serviços, enquanto o que precisamos são novas empresas de base tecnológica”, afirmou Mello.</p>
<p>De acordo com ele, o empreendedor se sente desmotivado em determinadas situações. “Quando se trata de tocar um negócio absolutamente novo, que nunca foi feito por ninguém, com alto grau de incerteza, o empreendedor fica desestimulado. São muitos problemas, que não têm o efeito aditivo de uma soma simples, mas têm efeitos multiplicativos exponenciais”, avaliou o diretor do ITV.</p>
<p>Já as grandes empresas, afirma Mello, têm dificuldade para utilizar de fato as leis que estimulam a inovação. “Por essas razões a atividade do setor privado em pesquisa e desenvolvimento ainda é extremamente tímida no Brasil”, garantiu. Um levantamento feito pela Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei) estimou que, das cerca de 300 mil empresas que existem no Brasil, entre 600 e 900 utilizam a “Lei do Bem”.</p>
<p>“Certamente isso não acontece porque as empresas não estão interessadas em receber dinheiro de volta. Elas não usam esses recursos porque a lei ainda não é suficientemente clara e carece de aperfeiçoamentos. Acho que o país vive um novo momento, mas o caminho que temos pela frente é muito longo”, afirmou.</p>
<p>Segundo o diretor, todos concordam que as empresas deveriam investir mais em pesquisa e inovação, mas é preciso ter em mente que esse investimento está longe de ser algo trivial.</p>
<p>(Fonte: Agência Gestão CT&amp;I de Notícias com informações da Fapesp)</p>
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		<title>Encontro Preparatório para o Fórum Mundial de Ciência 2013 começa no dia 29 na FAPESP</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 11:39:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Agência FAPESP – A FAPESP sediará, de 29 a 31 de agosto de 2012, o primeiro de sete encontros preparatórios para o Fórum Mundial de Ciência 2013, que será realizado em novembro de 2013 na cidade do Rio de Janeiro. O tema da reunião é &#8220;Ciência para o Desenvolvimento Global: da educação para a inovação – construindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Agência FAPESP</strong> – A FAPESP sediará, de 29 a 31 de agosto de 2012, o primeiro de sete encontros preparatórios para o Fórum Mundial de Ciência 2013, que será realizado em novembro de 2013 na cidade do Rio de Janeiro. O tema da reunião é &#8220;Ciência para o Desenvolvimento Global: da educação para a inovação – construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável&#8221;.</p>
<p>A programação será aberta no dia 29, às 17h30, pela conferência &#8220;The Role of The Network of Science Academies&#8221; (&#8220;O papel da Rede de Academias de Ciência&#8221;), com Michael Clegg, da Rede Interamericana de Academias de Ciências (Ianas) e Universidade da Califórnia, Estados Unidos, com tradução simultânea.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos dias 30/8 e 31/8, pesquisadores científicos, gestores de ciência e inovação, representantes de universidades brasileiras, da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Royal Society (Reino Unido), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unescp) e American Association for the Advancement of Science (AAAS) discutem aspectos do tema central em quatro sessões: &#8220;As diferentes facetas da ciência&#8221;; &#8220;Pensando governança da ciência e da inovação&#8221;; &#8220;Educação para a Ciência: bases para a inovação e o desenvolvimento sustentável&#8221;; e &#8220;Desafios para a ciência no século 21&#8243;.</p>
<p>Os encontros preparatórios previstos serão realizados em outras seis capitais brasileiras: Belo Horizonte, Salvador, Recife, Manaus, Porto Alegre e Brasília. Em cada um deles serão discutidos temas relacionados aos principais desafios da ciência neste século, nos contextos nacional e internacional. Quatro temas serão comuns a todos: &#8220;Educação em ciência&#8221;, &#8220;Difusão e acesso ao conhecimento e interesse social&#8221;, &#8220;Ética na ciência&#8221; e &#8220;Ciência para o desenvolvimento sustentável e inclusivo&#8217;.</p>
<p>Ao fim desse debate nacional sobre o papel da ciência no desenvolvimento global, os organizadores pretendem consolidar as proposições e principais conclusões em um documento que será divulgado antes da realização da reunião internacional no Rio de Janeiro.</p>
<p>A preparação, a programação temática e a coordenação da reunião estão a cargo de Comissão Executiva Nacional, composta por membros de 13 instituições do Sistema Nacional de CT&amp;I. Este grupo tem representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTI), ABC, Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ministério das Relações Exteriores (MRE), Ministério da Educação (MEC), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CNPq), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Comissão de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&amp;I (Consecti), Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e o Escritório da Unesco no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reunião Mundial</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Fórum Mundial de Ciência 2013 será organizado pela Academia de Ciências da Hungria em parceria com a UNESCO, o International Council for Science (ICSU), a Academy of Sciences for the Developing World (TWAS),a  European Academies Science Advisory Council (EASAC), a AAAS e a ABC. O Fórum tem a missão de promover o debate entre comunidade científica e sociedade.<br />
Desde sua primeira reunião, em 2003, o Fórum é realizado a cada dois anos em Budapeste, Hungria. A indicação do Rio de Janeiro como cidade sede da edição 2013 se deve a um movimento do Governo brasileiro de iniciar, em 2009, uma série de discussões entre representantes de instituições científicas e tecnológicas do Brasil e governos da América Latina e Caribe para elaboração de uma estratégia regional para Ciência, Tecnologia e Inovação.</p>
<p>O principal resultado deste ciclo de encontros foi a Declaração Regional apresentada naquele ano durante a comemoração dos 10 anos de criação do Fórum. O eixo principal do documento é um plano para a solução de problemas que afetam os países envolvidos, e também a introdução do tema inclusão social nas políticas nacionais para a área.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Primeira reunião preparatória para o Fórum Mundial de Ciência</strong><br />
Local: auditório da FAPESP, rua Pio XI, 1.500, São Paulo<br />
Data: 29 a 31 de agosto de 2012<br />
Mais informações, programação e inscrições em: <a href="http://www.fapesp.br/wsf2013"><strong>www.fapesp.br/wsf2013</strong></a><br />
<img src="chrome-extension://lifbcibllhkdhoafpjfnlhfpfgnpldfl/numbers_button_skype_logo.png" alt="" />(11) 3838-4362 / 4216</p>
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		<title>FAPESP investirá R$ 10 milhões em capital semente para empresas inovadoras</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 11:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agências de fomento]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>

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		<description><![CDATA[Agência Fapesp - O Governo do Estado de São Paulo lançou no dia 24 de agosto o programa São Paulo Inova, que visa apoiar empresas paulistas de base tecnológica e perfil inovador em estágio inicial. O programa contará com três linhas de financiamento, operadas pela Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP), e um fundo de investimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong style="text-align: justify;">Agência Fapesp - </strong><span style="text-align: justify;">O Governo do Estado de São Paulo lançou no dia 24 de agosto o programa São Paulo Inova, que visa apoiar empresas paulistas de base tecnológica e perfil inovador em estágio inicial.</span></p>
<p style="text-align: justify;">O programa contará com três linhas de financiamento, operadas pela Agência de Desenvolvimento Paulista (Desenvolve SP), e um fundo de investimento e participação (<em>venture capital</em>) voltado para empresas com perfil inovador e potencial para geração de novos produtos, serviços e processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Denominado Inovação Paulista, o fundo do chamado “capital semente” (<em>seed capital</em>) será constituído pelo Governo do Estado em parceria com a FAPESP, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP) e de eventuais investidores.</p>
<p style="text-align: justify;">O fundo será administrado por um gestor, que será selecionado por meio de um processo público coordenado pela Finep, e contará com patrimônio de até R$ 100 milhões, dos quais R$ 25 milhões terão aporte da Desenvolve SP, R$ 10 milhões da FAPESP, R$ 20 milhões da Finep e uma parte do Sebrae-SP.</p>
<p style="text-align: justify;">Os investimentos do fundo serão destinados a empresas em estágio inicial (<em>startups</em>) ou já em operação que atuam, preferencialmente, nas áreas de tecnologias da informação e comunicação, biotecnologia, novos materiais, fotônica, nanotecnologia e agronegócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Do montante de R$ 100 milhões de recursos que o fundo deverá reunir, 80% serão destinados a microempresas com faturamento anual de até R$ 3,6 milhões e os 20% restantes para empresas com faturamento anual de até R$ 18 milhões. Os projetos serão avaliados pelo gestor do fundo de investimentos e aprovados por comitê formado por investidores.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estimamos que o fundo de investimentos atenderá inicialmente 15 empresas, o que representa um número importante para um fundo com patrimônio de R$ 100 milhões”, disse Milton Luiz de Melo Santos, presidente da Desenvolve SP.</p>
<p style="text-align: justify;">As <em>startups</em> instaladas em incubadoras e parques tecnológicos distribuídos pelo Estado de São Paulo e as empresas que receberam ou que recebem apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP são candidatas a receber recursos do fundo de investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">“O PIPE tem aprovado cerca de dois projetos por semana e conta com uma carteira de cerca de 1,2 mil empresas que passaram pelo processo de avaliação para receber apoio do programa. Essas empresas são potenciais candidatas a receber recursos para operação e capitalização desse fundo de investimento”, disse Celso Lafer, presidente da FAPESP.</p>
<p style="text-align: justify;">“A FAPESP tem entre suas responsabilidades o estímulo à pesquisa, ao desenvolvimento tecnológico e à inovação em empresas de pequeno porte, o que é feito por meio de programas como o PIPE”, disse Lafer.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a cerimônia de assinatura do <strong><a href="http://www.fapesp.br/7160" target="_blank">termo de cooperação</a></strong> para constituição do fundo de investimento, no Palácio dos Bandeirantes, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, saudou a FAPESP por sua contribuição para o desenvolvimento científico e tecnológico de empresas de pequeno porte no Estado de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Alckmin também destacou que não é apenas em países como os Estados Unidos que empresas nascidas a partir de ideias surgidas em universidades e instituições de pesquisas se tornaram grandes companhias.</p>
<p style="text-align: justify;">“Aqui mesmo, no Estado de São Paulo, uma empresa que pesquisou a <em>Xylella fastidiosa</em> foi negociada por um valor muito superior ao inicial. Não tenho dúvidas de que com o Fundo Inovação Paulista teremos mais exemplos de empresas inovadoras paulistas em diversas áreas”, disse Alckmin.</p>
<p style="text-align: justify;">O governador se referiu à empresa Allelyx, fundada por pesquisadores que participaram no fim da década de 1990 de um projeto financiado pela FAPESP que resultou no sequenciamento do genoma da bactéria causadora de uma doença que ataca todas as variedades de citros – a clorose variegada dos citros (CVC), mais conhecida como “amarelinho”.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa de biotecnologia recebeu investimentos de um fundo de capital de risco do Grupo Votorantim e foi vendida no final de 2008 para a Monsanto a um preço cerca de três vezes superior aos recursos que recebeu.</p>
<p style="text-align: justify;">“Tenho certeza que o setor privado participará desse fundo de capital semente em um momento em que os juros no Brasil estão caindo fortemente e os investidores procuram outras alternativas de rendimento. O fundo representa uma bela alternativa de investimento”, avaliou Alckmin.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Linhas de financiamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Durante o evento também foram lançadas três linhas de crédito para o financiamento de projetos inovadores de empresas de base tecnológica, com condições de juros mais favoráveis.</p>
<p style="text-align: justify;">A linha “Funcet” é voltada para o financiamento de projetos de inovação tecnológica, como o desenvolvimento de um novo produto ou processo, por <em>startups</em> e micro e pequenas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a linha “Inovação Tecnológica” visa financiar projetos inovadores de pequenas e médias empresas. Por sua vez, a linha “Incentivo à tecnologia” se destina a financiar projetos que incorporem ganhos tecnológicos e/ou processo inovadores de empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">Os juros das linhas Funcet e Inovação Tecnológica serão subsidiados pelo Fundo Estadual de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcet), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) e poderão chegar a zero.</p>
<p style="text-align: justify;">Juntas, as três linhas totalizam recursos da ordem de R$ 150 milhões. “Com essas três linhas de financiamento e a criação do fundo de investimento, será possível dar um grande passo para criar novas empresas de base tecnológica no Estado de São Paulo”, disse Alckmin.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações: <a href="http://www.agenciadefomentopaulista.com.br/" target="_blank"><strong>www.agenciadefomentopaulista.com.br</strong></a><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>(Fonte:  Elton Alisson/ Fapesp)</strong></p>
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		<title>MCTI implanta Política de Monitoramento e Avaliação</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2012 14:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[Aperfeiçoar as políticas públicas e o alcance dos seus objetivos. Essa é a intenção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com a implantação da Política de Monitoramento e Avaliação (PMA), criada pela Portaria 397, de 5 de junho de 2012. A iniciativa começou a ser colocada oficialmente em prática nesta terça-feira (21), em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aperfeiçoar as políticas públicas e o alcance dos seus objetivos. Essa é a intenção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com a implantação da Política de Monitoramento e Avaliação (PMA), criada pela Portaria 397, de 5 de junho de 2012. A iniciativa começou a ser colocada oficialmente em prática nesta terça-feira (21), em Brasília, com a realização da primeira reunião da Comissão Permanente de Avaliação, responsável pela gestão e coordenação da PMA, com a participação de representantes de secretarias, de agências e fomento do ministério e da Controladoria Geral da União (CGU).</p>
<p>Segundo o texto da portaria, a PMA tem por objetivo analisar, monitorar e avaliar políticas, programas e ações executadas ou financiadas pelo MCTI, tendo como diretrizes “contribuir para o aprimoramento da gestão pública, fornecendo elementos que contribuam para o aumento da responsabilização, eficiência eficácia e efetividade das políticas de ciência, tecnologia e inovação e para o exercício do controle social sobre as políticas públicas”.</p>
<p>Para isso, o MCTI demandará como contrapartida ao financiamento de políticas, programas e ações executadas por parceiros governamentais e não governamentais o envio regular dos dados necessários para a realização da atividade de monitoramento e avaliação, tendo como instrumentos, entre outros meios, relatórios de execução física e financeira, estudos ou pesquisas e demais indicadores de avaliação.</p>
<p>Na abertura dos trabalhos, o secretário executivo do MCTI, Luiz Antonio Elias, fez um relato dos esforços empreendidos, ao longo dos últimos anos, para construir uma base cada vez mais sólida e única de políticas de avaliação para o ministério. Segundo ele, foram feitos vários ensaios com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e com as secretarias da pasta, bem como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep /MCTI), agências que possuem sistemas de avaliação interna, além de um trabalho de harmonização de indicadores com as fundações de amparo à pesquisa e secretarias estaduais.</p>
<p>O desafio foi organizar o processo, sem tirar a autonomia das instituições em relação às metodologias já adotadas, para a montagem de um grande marco estrutural de base de dados para subsidiar a avalição da política e informar a sociedades sobre aplicação dos recursos, como prevê também a Plataforma Aquarius, com previsão de lançamento na primeira quinzena de setembro.</p>
<p>“Essa plataforma pretende ser um guia neste processo e abrigará esse grupo e essa política de avaliação, que é chamada de monitor de políticas públicas, e também todas as plataformas de avaliação de políticas e informações de políticas públicas do ministério numa mesma base”, explicou Elias.</p>
<p><strong>Projeções </strong></p>
<p>A intenção é ter uma avaliação consolidada sobre os resultados alcançados na área no ano que vem, quando se pretende dar visibilidade às ações do ministério, diante da realização no Brasil do Fórum Mundial de Ciência e Tecnologia e da necessidade de construção das bases para as discussões da 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, além de uma nova estratégia nacional para o próximo período (após 2015).</p>
<p>Segundo a chefe da Assessoria de Acompanhamento e Avaliação do MCTI, Fernanda De Negri, essa será a tarefa da comissão, que começa a trabalhar no processo de construção do Plano Anual de Monitoramento e Avaliação do ministério. O grupo será responsável por receber as metodologias e as demandas de cada área, além de definir as prioridades.</p>
<p>“A ideia é que esse seja um documento público, divulgado no mês de dezembro de cada ano para o ano seguinte, para que a sociedade possa acompanhar esse nosso esforço de melhorar a avaliação o acompanhamento das nossas políticas”, explicou Fernanda. “Não adianta fazer uma avaliação, identificar eventuais gargalos e problemas e isso não ter um reflexo na modificação e reformulação das políticas”, concluiu.</p>
<p style="text-align: justify;">(Fonte: Denise Coelho – Ascom do MCTI)</p>
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		<item>
		<title>SBPC e Fapesp realizam encontro preparatório para Fórum Mundial da Ciência em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 18:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agências de fomento]]></category>
		<category><![CDATA[Associações de CT&I]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia & Inovação]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o tema “Ciência para o desenvolvimento global – Da educação para a inovação: Construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável”, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) realiza este mês a reunião preparatória para o Fórum Mundial de Ciência. O evento acontece de 29 a 31 de agosto, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com o tema “Ciência para o desenvolvimento global – Da educação para a inovação: Construindo as bases para a cidadania e o desenvolvimento sustentável”, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) realiza este mês a reunião preparatória para o Fórum Mundial de Ciência. O evento acontece de 29 a 31 de agosto, no Auditório da FAPESP, em São Paulo.</p>
<p>O representante da Rede InterAmericana de Academias de Ciências, Michael Clegg, fará a conferência de abertura, sob o tema “The Role of the Network of Science Academies”.</p>
<p>Na quinta-feira, dia 30, serão compostas duas mesas: “As diferentes facetas da ciência”, coordenada por Vanderlei Salvador Bagnato, e “Pensando governança da Ciência e da Inovação”, que terá coordenação de Maria José Soares Mendes Giannini.</p>
<p>No dia 31 os temas serão “Educação para a ciência: bases para a inovação e o desenvolvimento sustentável”, mediada por Pedro Manoel Galetti Jr., e “Desafios da ciência para o século XXI”, coordenada por Regina Pekelmann Markus.</p>
<p>O Fórum Mundial de Ciência é realizado a cada dois anos na Hungria e, pela primeira vez, acontecerá em outro país. O evento será em novembro de 2013, no Rio de Janeiro, e reunirá reconhecidos nomes da área científica que debaterão o papel da ciência para o desenvolvimento global.</p>
<p>A SBPC integra a Comissão Executiva Nacional do Fórum, criada no final de 2011 e que tem funções ligadas à participação do governo brasileiro na preparação, programação e coordenação institucional do Fórum. Além da SBPC, integram a Comissão o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Academia Brasileira de Ciências, Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Educação, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Financiadora de Estudos e Projetos, Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&amp;I, Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa e Escritório da UNESCO no Brasil.</p>
<p>A Comissão realizará sete encontros preparatórios para o evento principal, em diferentes capitais brasileiras. Nos encontros serão discutidos temas relacionados aos principais desafios da ciência no século XXI, nos contextos nacional e internacional. Os encontros terão quatro temas transversais, comuns às sete reuniões preparatórias: Educação em ciência, Difusão e acesso ao conhecimento e interesse social, Ética na ciência e Ciência para o desenvolvimento sustentável e inclusivo.</p>
<p>O evento na FAPESP é aberto ao público e as inscrições devem ser feitas em<a title="blocked::http://www.fapesp.br/eventos/wsf2013/inscricoes" href="http://www.fapesp.br/eventos/wsf2013/inscricoes">http://www.fapesp.br/eventos/wsf2013/inscricoes</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">(Fonte: SBPC)</p>
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		<title>País deve articular mecanismos e investimentos para inovação, propõem especialistas</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 16:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Associações de CT&I]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<description><![CDATA[O Brasil dispõe de um leque expressivo de instrumentos voltados para a inovação, mas não consegue articular todos os mecanismos. A avaliação foi apresentada na quinta-feira (16), em Brasília (DF), por especialistas do setor, durante o Congresso ABIPTI 2012. De acordo com o gerente de Inovação e Tecnologia do Serviço Brasileiro de Apoio às Micros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1030" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.valeciencia.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Abipti2012-.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1030" title="Abipti2012-" src="http://www.valeciencia.com.br/wp-content/uploads/2012/08/Abipti2012--150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Enio Pinto, do Sebrae (Foto: Bruno Spada/ Tripé Fotografia)</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Brasil dispõe de um leque expressivo de instrumentos voltados para a inovação, mas não consegue articular todos os mecanismos. A avaliação foi apresentada na quinta-feira (16), em Brasília (DF), por especialistas do setor, durante o Congresso ABIPTI 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o gerente de Inovação e Tecnologia do Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae), Enio Pinto, o país soma muita ações novas e ousadas, mas o grande desafio é ganhar escala. “Nós precisamos saber porque há um número muito elevado de empresas que não estão se beneficiando desses incentivos”, alertou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para se ter uma ideia, dados divulgados na Sondagem de Inovação, uma pesquisa realizada pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), referente ao primeiro trimestre deste ano mostrou que a taxa de inovação das grandes empresas brasileiras caiu 20 pontos percentuais desde 2010. O estudo apontou que a taxa de inovação em produto ou processo, que alcançou 71,4% em 2010, passou a 62,1% em 2011 e atingiu 54,5% em 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">Na opinião da diretora executiva da ABDI, Luisa Campos Machado Leal, para corrigir essa queda, o governo tem realizado aprimoramentos na legislação vigente e procurado mostrar aos empresários como utilizar os benefícios dos instrumentos. “Temos uma legislação absolutamente nova e tem todo um aprendizado que precisa ser feito. Infelizmente, nós não temos um número grande de empresas utilizando a Lei do Bem [Lei nº. 11.196/2005], porque nem todas as empresas trabalham com lucro real”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda de acordo com ela, há no Brasil uma insegurança jurídica e muitas multinacionais são orientadas a não utilizar este instrumento. “Nós sabemos que ela é pró-cíclica, ou seja, se você está na crise no ano seguinte você tem menos condições de utilizar. Mas temos várias propostas em discussão no MCTI no sentido de tentar romper o caráter pró-cíclico da Lei do Bem, talvez criando crédito”, anunciou.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Mariano Laplane, além de melhor articular os mecanismos já em curso, o Brasil também precisa encontrar uma maneira rápida de aumentar significativamente os recursos voltados para a inovação. Entretanto, ele lembrou que não se trata apenas de elevar os recursos com origem nos cofres públicos, mas também alavancar os esforços da iniciativa privada.</p>
<p style="text-align: justify;">“Há alguns elementos já operando para aumentar os recursos para a inovação. Espero que sejam suficientes, caso contrário será preciso exercer a criatividade e encontrar outros instrumentos”, avaliou. “Num momento de crise esse exercício não é tão fácil. Os recursos disponíveis para todas as formas de investimento, inclusive para a inovação, sofrem uma restrição maior do que numa economia que cresce um pouco mais. Assim, o desafio agora é um pouco mais difícil do que foi nos últimos anos”, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">(Fonte: Cinthya Ribeiro, Agência CT&amp;I)</p>
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		<title>INPI divulga indicadores de patentes solicitadas no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 23:57:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Patentes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) divulgou no dia 2 de agosto dados e estimativas sobre patentes no Brasil referentes ao período de 2005 a 2014. Do primeiro ano citado até 2011, os pedidos cresceram 31% e a expectativa é crescer mais 57% até 2014, chegando a cerca de 50 mil pedidos anuais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) divulgou no dia 2 de agosto dados e estimativas sobre patentes no Brasil referentes ao período de 2005 a 2014. Do primeiro ano citado até 2011, os pedidos cresceram 31% e a expectativa é crescer mais 57% até 2014, chegando a cerca de 50 mil pedidos anuais no País, incluindo estrangeiros e nacionais. Em 2005, foram feitos 24.096 depósitos de patentes no INPI, contra 31.765 em 2011. A estimativa é atingir 35 mil pedidos em 2012 e 42 mil no ano que vem.</p>
<p>Os dados indicam ainda que, a partir dos índices de 2011, os pedidos de não residentes representam cerca de 75%, contra apenas 25% dos residentes. Em 2011, por exemplo, foram 24.001 pedidos de não residentes e 7.764 de residentes. Entre os pedidos de residentes, há forte presença dos Modelos de Utilidade, que quase não são usados pelos não residentes.</p>
<p>Os números completos estão em:<br />
<a href="http://www.inpi.gov.br/images/stories/300712_Depstios_Patentes_2005_a_2014.pdf">http://www.inpi.gov.br/images/stories/300712_Depstios_Patentes_2005_a_2014.pdf</a></p>
<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"> Fonte: <a href="http://www.inpi.gov.br/">www.inpi.gov.br</a></span></p>
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		<title>Novo Plano Nacional integra e amplia infraestrutura para prevenção e controle de desastres naturais em todo o País</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 23:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Climatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas Públicas de CT&I]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi lançado hoje em Brasília o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Respostas a Desastres Naturais, em cerimônia aberta pela presidente da República, Dilma Rousseff, no Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam). O Plano, que visa o mapeamento das áreas de risco e a estruturação do sistema de prevenção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1016" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.valeciencia.com.br/wp-content/uploads/2012/08/carlosnobre1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1016" title="carlosnobre" src="http://www.valeciencia.com.br/wp-content/uploads/2012/08/carlosnobre1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Carlos Nobre, do Cemaden (Foto: Roosevelt Pinheiro)</p></div>
<p style="text-align: justify;" align="center">Foi lançado hoje em Brasília o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Respostas a Desastres Naturais, em cerimônia aberta pela presidente da República, Dilma Rousseff, no Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam). O Plano, que visa o mapeamento das áreas de risco e a estruturação do sistema de prevenção e alerta e resposta a desastres naturais, integra unidades de serviços e pesquisas do governo federal que já vêm atuando na prevenção e mitigação de desastres naturais. Os principais são o Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastres (Cenad), da Secretaria Nacional de Defesa Civil, e o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), este último localizado nas instalações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Cachoeira Paulista (SP). As ações do plano estão divididas em quatro eixos temáticos – prevenção, mapeamento, monitoramento e alerta, e resposta a desastres. A previsão é que, para a implementação das ações dos quatro eixos, sejam investidos cerca de R$ 20,6 bilhões.</p>
<p style="text-align: justify;">               Para o pesquisador Carlos Nobre, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que acompanhou a cerimônia em Brasília a partir da sala de telepresença do Cemaden, em Cachoeira Paulista, um dos resultados concretos do Plano é a ampliação da infraestrutura existente de equipamentos e recursos humanos para a melhoria da rede de monitoramento. “Hoje o Cemaden já trabalha com uma equipe constituída por 82 especialistas, que inclui 19 doutores, 38 mestres e o restante graduados em áreas de interesse para o Centro.” Nobre, responsável pelo Cemaden, informa que desde sua inauguração, em dezembro de 2011, já foram emitidos 161 alertas sobre locais com risco de desastres em todo o Brasil, inclusive em Belo Horizonte, região serrana do Rio de Janeiro, enchentes nos rios Paraíba e Doce, ocorridos nesse período.</p>
<p style="text-align: justify;">               O Cemaden produz os alertas baseados em estudos de modelagem, acompanhamento sistemático e contínuo de toda a rede de monitoramento de dados meteorológicos e hidrológicos espalhada pelo País. “É um trabalho com embasamento científico e consistente, que é enviado ao Cenad, da Defesa Civil,  responsável pela transmissão dos alertas aos estados e municípios, para quem oferece apoio nas ações de resposta a desastres.” Até 2014 o Governo deverá investir 362 milhões de reais no aperfeiçoamento das instalações e pessoal do Cemaden.</p>
<p style="text-align: justify;">               <strong>“A prevenção é o melhor caminho”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">               O professor Airton Bodstein, coordenador do curso de mestrado em Defesa e Segurança Civil da Universidade Federal Fluminense, o único curso do gênero no Brasil, participou da cerimônia em Brasília hoje e disse que “embora a ocorrência de mortes seja quase inevitável em desastres naturais de grandes proporções, prever o evento e o grau de suscetibilidade das áreas que podem ser atingidas, é fundamental para diminuir o número de mortes e prestar um atendimento melhor às vítimas”. Bodstein afirma que se não existir uma estrutura de prevenção, como está sendo agora implantada pelo governo brasileiro, as consequências são muito mais graves. No entanto, o especialista pondera que essa cadeia de aparatos tecnológicos funcionará muito melhor se associada a um trabalho de conscientização das pessoas que podem ser atingidas por flagelos naturais. “Grandes desastres acontecem em vários países, e o Japão é um bom exemplo. Mas a população japonesa está muito bem preparada para agir com rapidez durante e após os eventos. Precisaremos também de um trabalho contínuo de treinamento e conscientização no Brasil, para diminuir cada vez mais as consequências dos riscos e desastres ambientais”, alerta Bodstein.</p>
<p style="text-align: justify;">(Fabíola de Oliveira &#8211; ValeCiência)</p>
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		<title>Astrium e Equatorial Sistemas lançam a chamada Astrium-Innova para projetos de pesquisa e inovação da área espacial no Brasil</title>
		<link>http://www.valeciencia.com.br/visualizar/astrium-e-equatorial-sistemas-lancam-a-chamada-astrium-innova-para-projetos-de-pesquisa-e-inovacao-da-area-espacial-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 23:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Espacial]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é a chamada                A empresa Astrium, líder global em veículos espaciais, voos espaciais tripulados, sistemas de satélites e serviços associados, em conjunto com a Equatorial Sistemas, empresa subsidiária da Astrium no Brasil, anunciam a chamada Astrium-Innova para a inscrição de projetos de pesquisa e inovação de instituições acadêmicas no Brasil. A presente chamada tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O que é a chamada</strong></p>
<p style="text-align: justify;">               A empresa Astrium, líder global em veículos espaciais, voos espaciais tripulados, sistemas de satélites e serviços associados, em conjunto com a Equatorial Sistemas, empresa subsidiária da Astrium no Brasil, anunciam a chamada <strong><em>Astrium-Innova</em> </strong>para a inscrição de projetos de pesquisa e inovação de instituições acadêmicas no Brasil. A presente chamada tem a finalidade de promover a ciência, tecnologia e serviços espaciais entre professores e pesquisadores das universidades e instituições de pesquisa brasileiras. A expectativa é destacar a capacidade de inovação e pensamento criativo de acadêmicos no País, e consequentemente fazer com que pesquisadores com essas capacidades tornem-se mais conhecidos por suas realizações. Outro objetivo é avaliar a possibilidade de estabelecer cooperação em pesquisas entre instituições acadêmicas no Brasil e a Astrium em temas de inovação relacionados à tecnologia espacial e serviços associados.</p>
<p style="text-align: justify;">               <strong>Quem pode participar</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>               </strong>As propostas podem ser submetidas por professores universitários, estudantes de doutorado ou pós-doutorado, e outros pesquisadores e membros de instituições acadêmicas no Brasil interessados em conduzir pesquisa relacionada a um ou mais tópicos de pesquisa, relacionados abaixo. Antes de enviar propostas para esta chamada, os participantes devem obter toda e qualquer autorização relevante de suas respectivas instituições acadêmicas.</p>
<p style="text-align: justify;">               As propostas podem contemplar qualquer área relacionada às tecnologias e serviços espaciais ou aplicações de satélites. Uma maior ênfase será dada às propostas sobre as seguintes categorias: ótica/fotônica, inclusive laser; propulsão; eletrônica avançada; robótica; aplicações espaciais (posicionamento e navegação, processamento de imagens 3D, comunicações e sua integração); telecomunicações; SAR e radares passivos; mitigação e remoção de lixo espacial; outras aplicações relacionadas à ciência e à tecnologia espaciais.</p>
<p style="text-align: justify;">               <strong>Prazos e contato</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>               </strong>O período para o recebimento de propostas é entre 1º. de agosto a 30 de setembro de 2012. Outras informações e os “Termos e Condições da Chamada de Propostas <strong><em>Astrium-Innova”</em></strong> encontram-se em: <a href="http://www.equatorialsistemas.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=24&amp;Itemid=47&amp;lang=pt" target="_blank">http://www.equatorialsistemas.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=24&amp;Itemid=47&amp;lang=pt</a></p>
<p style="text-align: justify;">               Para maiores detalhes entrar em contato com:</p>
<p style="text-align: justify;">               Dr. César Ghizoni – Equatorial Sistemas – <a href="mailto:innova@equatorialsistemas.com.br">innova@equatorialsistemas.com.br</a>,</p>
<p style="text-align: justify;">Tel:  <img src="chrome-extension://lifbcibllhkdhoafpjfnlhfpfgnpldfl/numbers_button_skype_logo.png" alt="" />(12) 3949-9390</p>
<p style="text-align: justify;">(Fonte: ValeCiência)</p>
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